quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Empreiteiras do "Projeto da Morte" invadem terras de apodienses


Na semana passada, vários agricultores e moradores foram surpreendidos na comunidade de Agrovila Palmares, zona rural do município de Apodi, máquinas do projeto de irrigação da chapada, o polêmico “Projeto da Morte”, invadiram as terras dos próprios.

Segundo os moradores, as maquinas entraram pelos fundos das pequenas propriedades pertencentes às famílias daquela localidade. 

O maquinário rescindiu cercas de arame, escavou orifícios e abateu parte da mata nativa, que vinha sendo conservada pelos moradores locais.



Fotos e Informações:
Agnaldo Fernandes

Tel. do STTR:
3333-2269
e-mail do STTR:
strapodi@hotmail.com

Samuel Williams - Redação do Portal SOS Notícias do RN

Um comentário:

  1. Bom, embora exista divergências entre os moradores em relação a este projeto, NENHUM acordo foi feito para que qualquer ação acontecesse. Como filha de morador de lá, Agrovila, a 13 anos, o sentimento que fica mediante essa situação, pela segunda vez, é de indignação, revolta, tristeza.. Em nenhum momento, qualquer estabelecimento de tratores, ou seja lá que outra ferramenta de trabalho, foi estabelecido pela entrada principal da vila, o que para mim seria o mais obviu, já que se trata de um projeto coreto, que age de acordo com a vontade e bem estar do povo! Para mim, o que esta em jogo e que deveria ser tratado, não é simplesmente o implementação desse projeto, mas, como ele vai ser instalado, como ele vai interferir na vida das pessoas.. Para mim, não é só pela casa, pela terra, pela água boa, etc,(o que já é muita coisa) que não concordo com esse projeto, mais pela qualidade de vida que ali há, pela tranquilidade, sossego, costume, RAÍZES que já se fortificaram ali.. O que infelizmente não é colocado em questão, muito menos lembrado.. Isso tudo além, da agressão que haverá ao nosso meio ambiente, a água, os animais, as plantas.. Já procurei por vezes, encontrar resposta a inúmeras perguntas, como por exemplo, quando que um agricultor, em sua maioria de classe baixa, irá ter VEZ, VOZ para se opor aquilo que não o agrada? Não será obrigado a vender aquilo que tens, a qual conseguiu com trabalho, força, luta, sem que não deseje? É diante destas e outras perguntas, que não encontro um sequer ponto positivo nesse projeto.. E contínuo a observar de forma lamentável ao rumo que o mesmo segue.

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