quarta-feira, 20 de abril de 2016

Vivaldo acredita que reforma no secretariado de Robinson Faria pode ser positiva


 (Foto: João Gilberto / Assessoria)

O deputado Vivaldo Costa (PROS) defendeu, em pronunciamento realizado na manhã desta quarta-feira (20), uma reforma no secretariado do Governo Estadual.

Para o parlamentar, a mudança na titularidade da Saúde Pública e possível mudança na Segurança seriam momento ideal para uma revisão.

“Além de resolver o problema financeiro, tem também a necessidade de se fazer uma mudança de secretariado. Se for necessário para melhorar a atual situação, que mude o comandante da Polícia, secretário de Segurança, no sistema prisional. É preciso fazer o que precisa ser feito”, afirmou.


Vivaldo Costa destacou a dificuldade enfrentada pelo governador Robinson Faria (PSD) diante da forte crise financeira pela qual o Rio Grande do Norte passa e avaliou a gestão do secretário de Saúde Pública, Ricardo Lagreca. Para ele, o Estado precisa “de um secretário mais ágil, criativo e que toma as providencias de imediato”, disse.

Sobre a Segurança, Vivaldo sugeriu tomar como modelo o método adotado pela administração passada. “Não havia essas fugas. Então uma sugestão seria copiar, pelo menos de imediato, o que havia no governo de Rosalba, que evitava essa situação. Toda a população do RN está insegura”, constatou.

Em aparte, o deputado Tomba Farias (PSB) destacou a necessidade de recursos para manutenção do sistema administrativo.

“Não adianta só mudar secretários se o Governo não vai ter recursos. Economizando? Mas de que forma? Entendemos que o problema acontece no Brasil todo, mas temos que olhar para nosso Estado. O Governo precisa de soluções. Do jeito que está não pode ficar”, disse.

O deputado Álvaro Dias (PMDB) também aparteou a fala de Vivaldo Costa pedindo uma solução para os problemas vividos pelo Estado.

“O que não se viu até agora foi uma resposta do Governo para a população nem uma tomada de iniciativa para resolver os problemas da saúde, segurança e educação que cada vez mais declinam no RN”, afirmou.
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