segunda-feira, 1 de maio de 2017

Após febre do jogo Baleia Azul, apodienses lançam campanha contra suicídio nas redes sociais

(Foto: Reprodução)
Inspirados em conscientizar sobre as consequências do jogo Baleia Azul, febre em todo o mundo, um grupo de apodienses integrantes do Clube de Desbravadores lançaram, neste final de semana, uma campanha nas redes sociais contra o suicídio.

A ideia está sendo trabalhada através de uma série de pequenos vídeos que trazem uma mensagem positiva sobre as várias razões de se amar a vida.

De acordo com o jovem Isaías Oliveira, integrante dos Desbravadores, o objetivo da campanha é fazer o público refletir sobre o sentido e a importância da vida.

“Estamos fazendo esta campanha por conta da onda de suicídios entre crianças e adolescentes nos últimos dias, e como trabalhamos com crianças e adolescentes, era necessária uma conscientização a respeito. Por isso, nada melhor do que um papo de adolescente para adolescente como foi o caso dos vídeos”, destacou Isaías ao Blog do Josemário.com.

“Queremos fazer os espectadores pensarem no que a vida tem de melhor e que eles valorizem essa dádiva, que acreditamos ser um presente de Deus”, acrescentou.

Além de Isaías, também participou da produção dos vídeos o jovem Carlos Costa. Já os adolescentes convidados foram Isac Araújo, Gesyllane Oliveira e Leticia Oliveira, ambos integrantes do Clube dos Desbravadores de Apodi.

A campanha teve o apoio de todo o clube.

Confira alguns dos vídeos:


Baleia Azul é um jogo virtual que estabelece 50 desafios por dia, que culminam com o suicídio do participante. Entre as provas propostas há metas como o uso de objetos cortantes para escrever códigos, cortar os lábios ou desenhar uma baleia no antebraço usando uma gilete como pincel. A vítima precisa enviar fotos ao orientador, que provem a realização dos objetivos.

No caso das meninas, ainda são pedidos registros delas em suas roupas íntimas mostrando as lesões. O orientador pede ainda que o participante acorde de madrugada para ouvir músicas psicodélicas, que assista a filmes de terror selecionados por ele durante 24 horas, ou que fique nas margens de pontes e telhados.

Ao final dos 50 desafios, o orientador marcar a data e a forma com a qual a vítima terminará com sua vida, às vezes se atirando de algum lugar, outras ingerindo quantidades absurdas de remédios.

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